Artigos – Newsletter MetLife

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6ª Edição
Corretores devem redobrar atenção com as regrasde prevenção a lavagem de dinheiro da SUSEP
Corretores, sociedades seguradoras, de capitalização, cooperativas, entidades abertas de previdência complementar e demais profissionais do ramo de seguros precisam redobrar a atenção na hora de fechar um negócio. É que estão valendo as regras da Circular 380 da SUSEP, que dispõe sobre os controles internos específicos para a prevenção e combate dos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, ou que com eles possam relacionar-se, o acompanhamento das operações realizadas e as propostas de operações com pessoas politicamente expostas, bem como a prevenção e coação do financiamento ao terrorismo.
A Circular define como corretores: sociedades corretoras de resseguro; sociedades corretoras e os corretores de seguros, de capitalização, de previdência complementar aberta, suas subsidiárias e assemelhadas no exterior; filiais de empresas estrangeiras atuantes em atividades análogas.
Elencamos a seguir os principais tópicos da referida circular, o que não substitui a sua leitura na íntegra, por meio de acesso ao link: http://www.susep.gov.br/textos/circ380.pdf:
PPE – Pessoa Politicamente Exposta: Os clientes apontados como “politicamente expostos” na Circular são agentes públicos que desempenham, ou tenham desempenhado nos cinco anos anteriores ao fechamento do contrato cargos, empregos ou funções públicas administrativas relevantes no Brasil ou no exterior. Também são foco da nova determinação seus representantes, familiares e outras pessoas de relacionamento próximo.
Estas funções, conforme o artigo 4 da Circular, são detentoras de mandatos eletivos dos poderes Executivo e Legislativo da União, ocupantes de cargo no poder Executivo, ministros de estados ou funções equivalentes, presidentes, vice-presidentes, diretores ou executivos de autarquias, fundações públicas, empresas públicas ou sociedades de economia mista, integrantes do Conselho Nacional de Justiça, Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores, membros do Conselho Nacional do Ministério Público, procuradores da República, Justiça Militar, da Justiça, do Tribunal de Contas da União, prefeitos, presidentes de Câmaras Municipais e até pessoas estrangeiras que atuem no poder público em âmbito nacional, estadual ou municipal.
Ao realizar um trabalho para integrantes da lista de pessoas “politicamente expostas”, os profissionais de seguros (enquadram-se nesta determinação apenas companhias com faturamento superior a R$ 10 milhões anuais) precisam estabelecer uma série de providências para realização de uma relação de negócios mais detalhada, capaz de acompanhar operações e demais movimentações do cliente, evitando crimes contra o patrimônio.
Entre essas práticas estão o estabelecimento de relações de negócios e acompanhamento das operações ou propostas de operações realizadas. Outras práticas são:
- identificar pessoas consideradas politicamente expostas dentre seus clientes, beneficiários, terceiros e outras partes relacionadas;
- identificar a origem dos recursos das operações das pessoas identificadas como politicamente expostas, podendo ser considerada a compatibilidade das operações com o patrimônio constante dos cadastros respectivos;
- obter autorização das alçadas superiores das sociedades, resseguradoras e corretores para o estabelecimento de relação de negócios com a pessoa politicamente exposta ou para o prosseguimento de relações já existentes quando a pessoa passe a se enquadrar nesta qualidade;
Além disso, as empresas seguradoras e corretoras é que ficam responsáveis pelo monitoramento contínuo da operação, principalmente quando o negócio é mantido com uma pessoa politicamente exposta.
Controles Internos: Outro ponto da regulamentação diz respeito aos controles internos, que devem ser efetivos e consistentes com a natureza, complexidade e riscos das operaçõesrealizadas, sendo que devem contemplar, no mínimo, osseguintes itens:
I - estabelecimento de uma política de prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo, que inclua diretrizes sobre avaliação de riscos na subscrição de operações, na contratação de terceiros ou outras partes relacionadas, no desenvolvimento de produtos, nas negociações privadas e nas operações com ativos;
II - elaboração de critérios e implementação de procedimentos de identificação de clientes, beneficiários, terceiros e outras partes relacionadas, e de manutenção de registros referentes a produtos e procedimentos expostos ao risco de servirem à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo;
III - manualização e implementação dos procedimentos de identificação, monitoramento, e comunicação de operações que possam constituir-se em indícios de lavagem de dinheiro ou de financiamento ao terrorismo, ou com eles relacionar-se;
IV - elaboração e execução de programa de treinamento específico de qualificação dos funcionários para o cumprimento do disposto na Lei No 9.613, de 3 de março de1998, a Circular SUSEP 380/08 e demais regulamentos referentes à lavagem de dinheiro e à prevenção e combate ao financiamento ao terrorismo; e
V - elaboração e execução de programa anual de auditoria interna que verifique o cumprimento dos procedimentos desta Circular, em todos os seus aspectos podendo tal verificação, a critério da sociedade, do ressegurador ou do corretor, ser conduzida pelo seu departamento de auditoria interna ou por auditores independentes;
Com relação aos corretores, aplicam-se obrigatoriamente as disposições dos incisos I, III, IV e V deste artigo, somente quando seu faturamento anual, no exercício precedente, ultrapassar R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais).
Manutenção do cadastro: a corretora deve, ainda, manter seus cadastros atualizados. O artigo 10 da Circular informa que, no caso de pessoas físicas, é importante estarem atualizados o nome do segurado, CPF, passaporte, endereço completo, contatos, profissão, patrimônio estimado com faixa de renda mensal e outras informações pessoais do titular e seus beneficiários. Já para clientes pessoas jurídica, será necessário a denominação ou razão social, principal atividade exercida pela empresa, número de identificação no CNPJ e em entidades representativas, endereço completo, contatos telefônicos, principais controladores, administradores e procuradores nomeados, situação patrimonial, entre outros.
Operações suspeitas e comunicação a SUSEP: Já o artigo 12 da Circular determina às sociedades, resseguradores e corretores a responsabilidade pela exatidão e adequação dos registros e documentos mediante a SUSEP. Também classifica as operações em Grupo I e Grupo II e determina que os corretores a comuniquem no prazo de vinte e quatro horas contadas de sua verificação: a) a operação descrita na alínea i do Grupo 1 do art. 13 da Circular, ou seja: recebimento, em uma ou mais operações, em nome próprio, na qualidade de cessionário de beneficiário, ou em nome de beneficiário, na qualidade de mandatário, de indenizações do seguro DPVAT que perfaçam em um mês valor igual ou superior a R$ 100.000,00 (cem mil reais) b) as solicitações de clientes que não se constituírem em propostas encaminhadas às sociedades ou aos resseguradores, referentes a operações que sejam listadas no Grupo 1, independente de qualquer análise, ou classificadas, após sua análise, no Grupo 2 do art. 13 da Circular.
A Circular determina que todas as situações que podem ser suspeitas ou configuradas como lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores devem ser comunicadas em até 24 horas contadas de sua verificação à SUSEP.
Os resseguradores locais e admi-tidos, as sociedades cooperativas e as sociedades corretorasde resseguros tiveram até 180 (cento e oitenta) dias, contados dapublicação da Circular – 30/12/2008 para adequar suas estruturasde controles internos às suas disposições.
MetLife completa 10 anos no Brasil e comemora crescimento
A MetLife, segunda maior seguradora de vida independente do Brasil, comemora em 2009 seu 10º aniversário. Neste período, a companhia foi uma das que mais cresceu em seus segmentos de atuação.
Somente em 2008 a seguradora viu seu lucro líquido aumentar 277,5% em relação a 2007, além de contabilizar importante aumento de portfólio com a chegada dos planos odontológicos e expansão das operações.
Em menos de um ano, a MetLife inaugurou fi liais em Recife, Florianópolis, Brasília e São Bernardo do Campo – região do ABC paulista – totalizando 27 localidades e 660 colaboradores em todo o Brasil.
De acordo com o presidente da companhia, José Roberto Loureiro, a década foi de muitos desafi os, aprendizado e crescimento. "A empresa desenhou uma trajetória de credibilidade ao longo da sua história no país. Houve confi ança por parte dos colaboradores, que se juntaram à MetLife quando a sede não passava de 50 m²; dos clientes, que colocaram seus negócios nas nossas mãos; e também dos órgãos reguladores, que sempre acreditaram no comprometimento da companhia", afirma Loureiro.
Histórico
A MetLife iniciou sua trajetória no Brasil em 1999 com a abertura de um escritório para comercialização de seguros de vida em grupo. Foi a primeira companhia americana a ter licença para operar em solo brasileiro.
A partir de 2007, sob nova gestão e após uma reestruturação no modelo de distribuição de produtos, assumiu posições de liderança no mercado.
"Somos a segunda maior companhia independente de vida e também a segunda maior em administração de fundos multipatrocinados. Em curto prazo, seremos uma das principais fornecedoras de planos odontológicos no Brasil e a principal seguradora para o canal Corretor de seguros", estima Loureiro.
Em apenas seis anos foram realizadas três aquisições, sendo a mais recente na área de odontologia. Exceto a matriz, nos Estados Unidos, o Brasil é a única subsidiária a trabalhar com planos odontológicos.
A companhia conta hoje com 12 mil Corretores de seguros cadastrados, 15,5 mil clientes corporativos, 5,7 milhões de clientes e R$ 115 bilhões de capital segurado.
Parceria para vencer obstáculos
Não é de hoje que o mercado de seguros busca formas de se adaptar às exigências dos novos consumidores. Com a crise, esta procura se acentuou. A tarefa, árdua para muitos, torna-se ainda mais complexa se levarmos em conta que, devido à concorrência acirrada, antes de ganhar novas contas é preciso fidelizar as atuais. Mas qual a maneira mais eficiente de conquistar estas pessoas?
Recente estudo da IBM e do Institute of Insurance Economics da University of St. Gallen aponta que é oferecendo disponibilidade de serviço e honestidade. Depois preço competitivo, o que não acaba sendo uma deixa para praticar valores abusivos, claro. Um plano que tenha um preço de acordo com as necessidades do cliente também é fundamental.
Outra forma encontrada é optar pelo crosssell, ou seja, a venda cruzada de produtos. A MetLife aposta nessa estratégia, por exemplo, para alavancar as vendas de planos odontológicos, usando sua base de clientes do segmento de seguro de vida, com plano de ação que apoia os Corretores para aproveitar esta grande oportunidade do mercado.
Mas os bons resultados só são possíveis se existir a parceria com os Corretores. Estes profissionais, capazes de superar qualquer barreira, precisam estar aptos a oferecer opções de qualidade – e conjugadas – para seus clientes.
Afinal, vendendo mais, o faturamento no final do mês também aumenta e quem, em momentos de crise, não quer ganhar mais?
Luiz Barsotti
Diretor Executivo Comercial
5ª Edição
Higiene Bucal
Falta de higiene bucal ocasiona problemas sérios à saúde
Escovação e uso correto do fio dental, unidos à visita periódica ao dentista, auxiliam na prevenção de cáries e outras bactérias prejudiciais ao corpo humano
A necessidade de ter uma dentição completa e uma boca saudável ultrapassa os conceitos da vaidade e são princípios básicos para uma saúde plena. A presença de certas bactérias na boca de gestantes, por exemplo, pode aumentar a chance de partos prematuros e a perda de peso dos recém-nascidos, fora os riscos de infecções. A melhor forma de se evitar qualquer tipo de problema bucal, que normalmente é derivado das cáries, é através do controle, da manutenção e da correta higienização bucal.
O problema é que, infelizmente, a população brasileira, num geral, não possui os devidos cuidados com a higiene bucal, fato observado no levantamento nacional de saúde bucal, realizado pelo Ministério da Saúde, que mostra que 13% dos adolescentes nunca foram ao dentista, 20% da população brasileira já perdeu todos os dentes e 45% dos brasileiros não têm acesso a escovas de dente. Esse fato é preocupante, uma vez que a dentição humana é para a vida toda e a perda de apenas um dente já é suficiente para implicar uma série de problemas, como o comprometimento da mastigação, a periodontite (inflamação crônica na gengiva), falhas na fonética e a desestruturação de toda a dentição da mandíbula. Pior ainda é pensar que 20% dos 180 milhões de habitantes no País não possuem dente algum, cuja perda está relacionada, principalmente às caries.
As Cáries
Transmissível e infecciosa, a cárie é uma doença que existe há, aproximadamente, 500 anos no Brasil e, ainda hoje, causa sérios danos às pessoas. No início, a cárie é indolor, já que só atinge o esmalte do dente. O primeiro sinal de sua existência são manchas esbranquiçadas que, se não tratadas, podem alcançar a dentina, já bastante suscetível as dores. Depois, a cárie avança à região da polpa dentária, causando a inflamação e dor intensa. Nesse momento, se não for efetuado o tratamento adequando, abscessos dentários ou condições mais graves poderão surgir, como angina de Ludwing ou a Trombose do Seio Cavernoso, que podem, inclusive, levar ao óbito.
Até mesmo as crianças recém-nascidas podem sofrer com os malefícios das cáries. O Streptococcus mutans, bactéria causadora da cárie, pode ser transmitido da mãe para o filho pelo contato direto. Um pouco mais crescido, o bebê sofre com a popular cárie de mamadeira, que se desenvolve rapidamente, provocando dores intensas e dificuldades de alimentação, que ocasionam a perda de peso e de estatura da criança. Nesse caso, a cárie é adquirida pela ingestão de líquidos açucarados na mamadeira, principalmente, durante a noite, sem que seja feita a higienização bucal posterior.
Conselho de corretores
Conselho de Corretores criado pela MetLife discute estratégias de negócios
Em uma iniciativa pioneira no mercado brasileiro de seguros, a MetLife criou, em novembro de 2008, o Conselho de Corretores. Desde então, o grupo, composto por 14 corretoras parceiras da seguradora, já se reuniu três vezes e a expectativa é de que a cada nova reunião se evoluam as trocas de informações sobre aprimoramento de produtos e serviços e estratégias de negócios. Todos os encontros têm a coordenação da Enfoque Pesquisa.
O objetivo do Conselho é estabelecer um canal de comunicação entre os Corretores e a MetLife e fazer com quem as empresas parceiras sintam-se parte da identificação e solução de problemas. Com encontros trimestrais, os Conselheiros têm a oportunidade de estar em contato com o presidente da MetLife, José Roberto Loureiro, e com toda diretoria.
É fundamental ouvir as sugestões e reclamações dos Corretores para entender melhor esse canal de distribuição, suas necessidades e expectativas. Eles são os principais agentes do nosso negócio”, diz Luiz Barsotti, diretor executivo comercial da MetLife.
De acordo com Álvaro Narciso, gerente de marketing da MetLife, a ideia é que o grupo seja renovado anualmente, para possibilitar que outras empresas manifestem suas opiniões. “Mais do que aproximar a MetLife dos Corretores, queremos ajudá-los a crescer cada vez mais”, afirma Narciso.
A última reunião trouxe como pauta assuntos estratégicos de negócios, como ferramentas de análise de mercado e um projeto voltado para pequenas e médias empresas. A temática agradou aos participantes. “Quando tem um projeto mútuo, isso traz coisas boas para todos”, foi o registro de Maria Lígia Engels, da Corretora Engels, de São Paulo. Já na opinião de Vilney Riter, da Riscor Corretora, de Porto Alegre, a responsabilidade aumenta. “Como corretores consultores, a estratégia da companhia começa a ser desenhada também a partir de todas as críticas, sugestões e ambições que nós temos também como empresários nesse segmento”, declarou.
4ª Edição
Fique atento: recadastramento de corretoras tem início dia 1° de julho
Do dia 1° de julho até 31 de dezembro, as empresas corretoras de seguros deverão se recadastrar na Superintendência de Seguros Privados (Susep). No fim do ano passado, foi realizado o cadastro de pessoas físicas e, este recadastramento que começa em breve é somente para pessoas jurídicas e deverá ser feito por meio da Fenacor ou dos sindicatos (Sincors) de cada estado.
As empresas que não se recadastrarem sofrerão sanções, de acordo com a Circular 383/09 da Susep (do dia 28 de janeiro de 2009). Segundo o documento, seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada não poderão trabalhar com corretores ou empresas corretoras que não se recadastraram, nem mesmo pagar a comissão. As entidades também destacam que, com exceção contribuições sindicais normais, o recadastramento não depende de pagamento de taxas associativas, confederativas ou preços por serviços dos sindicados.
Quem deixou passar os prazos de recadastramento para pessoas físicas deverá procurar o sindicato de sua região e fazer o Recadastramento Fora do Prazo. Caso não se regularize, o corretor não poderá receber comissões.Roberta Vilanova, gerente de Controles Internos da MetLife, destaca a importância da regulamentação do serviço. “É imprescindível para os corretores se recadastrarem, pois somente aqueles que o fizerem poderão atuar na comercialização de seguros. Caso o prazo de recadastramento tenha passado, o corretor deve entrar em contato nos Sincors ou na Fenacor e verificar o procedimento para efetuar o recadastramento após o prazo”, explica Roberta.
Para obter mais informações, os interessados devem procurar os sindicatos de suas regiões. No site da Fenacor, http://www.fenacor.com.br, também estão disponíveis informações sobre o recadastramento.
Atendimento odontológico a pacientes especiais requer conhecimento e cuidado extra
Todo paciente portador de alterações marcantes de saúde (física, orgânica, mental e/ou social) que necessitem de educação especial são tidos, para os profissionais especializados, como pacientes especiais. Essa condição pode ser de caráter transitório – gravidez, por exemplo - ou permanente, como paralisia cerebral. Com tratamentos precoces, terapias modernas e novas propostas educacionais, esses pacientes são cada vez menos diferentes.
No que se refere à área médica, os profissionais têm se empenhado em conhecer melhor o paciente especial. E os dentistas não são excluídos do contexto. Ultimamente, na Odontologia, existe um movimento maior no entendimento e na prática clínica oferecida a portadores de necessidades especiais.
O tratamento desses pacientes na clínica odontológica merece atenção especial devido às características particulares associadas a cada doença, as limitações fisiológicas que elas causam e ao uso constante de medicamentos por estes pacientes.
O profissional que se propõe a atender pacientes especiais precisa ter conhecimento das características e particularidades de cada indivíduo, pois cada caso requer uma abordagem diferente. “No primeiro atendimento, o profissional deve colher o máximo de informações possíveis sobre a saúde do seu paciente (na anamnese e exame clinico) e tomar as providências necessárias, o que às vezes envolve um contato direto com o médico que o trata, antes de iniciar qualquer atendimento”, afirma Tatiana Valdrighi, cirurgiã dentista e consultora de relações empresariais da MetLife.
Os problemas bucais apresentados por estes pacientes são aqueles mais conhecidos como: inflações na gengiva, cáries, problemas endodônticos (canal), extrações etc. Segundo Valdrighi, o que irá diferenciá-los dos outros pacientes são os tipos de anestésicos escolhidos, a indicação de medicamentos usados na prevenção de infecções para determinados tipos de tratamento, restrição a quantidade, época e necessidade de tirar radiografias (no caso de gestantes, principalmente no primeiro trimestre de gestação). Assim como a eleição de outros produtos se houver relato de alergia, e as vezes, solicitação de exame laboratorial, como hemograma, por exemplo.
Por isso, durante o primeiro atendimento cabe também à família, principalmente se o paciente for uma criança, sempre relatar tudo sobre a saúde do paciente ao profissional que irá atendê-lo e, em casos de problemas mais sérios, em que possa haver risco durante o atendimento, ter conhecimento dos medicamentos de uso imediato numa necessidade emergencial, além do contato do medico sempre a mão.
Por fim, os cuidados básicos de higiene bucal são os mais essenciais para a prevenção de várias doenças. “Tudo o que podemos prevenir terá menor risco de acontecer. É muito importante a busca de informações com todos os profissionais envolvidos no tratamento de cada paciente e colocar em prática tudo aquilo que for orientado. Além disso, as visitas regulares ao dentista e bons hábitos de alimentação garantem melhor qualidade de saúde bucal de qualquer pessoa”, conclui a especialista.
3ª Edição
Seguro de Vida em Grupo garante segurança para funcionários e produtividade na empresa
Apontado como forma de atrair e reter talentos, a política de benefícios se tornou um diferencial no mercado de trabalho, em que os salários estão cada vez mais competitivos. Hoje, a contratação destes serviços proporciona qualidade de vida e tranquilidade aos trabalhadores.
Além de benefícios mais comuns como convênios, planos de saúde, alimentação e vale-transporte, o Seguro de Vida em Grupo tem conquistado ampla representatividade nos últimos anos e despertado o interesse de um grande número de empresas interessadas em conceder este benefício aos funcionários. Segundo dados da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), no último ano, o mercado de seguros voltados para pessoas, que engloba, entre outros produtos, vida individual e em grupo, cresceu 13,32%.
"As empresas tem percebido o valor que o Seguro de Vida em Grupo agrega em seus pacotes de benefícios, auxiliando na contratação de mão-de-obra mais especializada e principalmente, retendo os talentos em seu quadro de colaboradores" afirma Lílian Melo, especialista de seguros da MetLife, seguradora que atende a mais de 70 milhões de clientes nas Américas, Ásia, Oceania e Europa.
Este segmento de seguro oferece diversas coberturas. Dentre elas estão as de Morte, Indenização Especial por Acidente (IEA) e Invalidez Permanente por Doença Funcional (IPD-F). Para o Seguro de Acidentes Pessoais Coletivos, as principais coberturas oferecidas são Morte Acidental (MA) e Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA).
Para contratação do serviço, a especialista indica a escolha de um corretor de seguros regularmente registrado na SUSEP, sem o qual a operação não poderá ser realizada. Este corretor realizará as cotações junto às seguradoras, e o cliente determinará a melhor opção do seguro, de acordo com o seu perfil. Lílian também ressalta que não há ônus para a empresa contratante e as despesas com o corretor são pagas pela seguradora.
Ao investir no Seguro de Vida em Grupo, a empresa não só garante a tranqüilidade do funcionário, que tem a segurança financeira da sua família garantida no caso de algum imprevisto, como também proporciona um ambiente agradável e harmonioso de trabalho, uma vez que benefícios que visam a qualidade de vida são também uma excelente ferramenta de motivação e produtividade.
Dicas para planejar sua aposentadoria
Ter uma aposentadoria segura e tranqüila é o desejo de todo brasileiro, afinal, depois de tantos anos de trabalho, o ideal é ter algum tempo para si mesmo. Mas, quando o assunto é o planejamento da aposentadoria, muitas dúvidas aparecem, fazendo com que essa importante decisão seja prorrogada por mais e mais tempo.
Na obra Guia Valor Econômico de planejamento da aposentadoria, Mara Luquet, jornalista especializada na edição de livros sobre finanças pessoais, adverte: “se você pensa em deixar para iniciar seu plano de aposentadoria quando o dinheiro estiver sobrando, esqueça”. Quanto antes as escolhas forem feitas, melhores serão os resultados no final, pois, se tratando de aposentadoria, a máxima “tempo é dinheiro” pode ser levada ao pé da letra.
É preciso procurar qual o melhor plano para cada situação econômica. Segundo a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida - FENAPREVI, um plano de previdência depende essencialmente de quatro variáveis no período de acumulação: idade atual, idade da aposentadoria, quanto receber no futuro e rentabilidade do dinheiro. Como a aposentadoria é a garantia de uma vida tranqüila no futuro, é preciso que cada detalhe seja pensado e planejado com muito cuidado.
Até os 30 anos, o delineamento de um plano de aposentadoria é mais tranqüilo. O tempo pode ser um grande aliado quando os investimentos são feitos de forma disciplinada. É muito comum um jovem adiar o inicio de sua contribuição para uma previdência privada, pois o dinheiro voltará para ele apenas muito tempo depois. “O investidor que começou a investir aos 20 anos precisou fazer depósitos que são 56% menores do que aquele que começou aos 30 anos e 82% menores do que o investidor que começou a pensar na aposentadoria aos 40”, mostra Mara Luquet em seu livro, sem deixar dúvidas que tempo não se desperdiça.
Mas, quem esperou até os 50 anos para começar a planejar a aposentadoria ainda tem chance de garantir um futuro tranqüilo. Como há pouco tempo pela frente, esse indivíduo precisa ser bastante criterioso, afinal é necessário fazer um grande esforço para fazer seus investimentos renderem suficientemente. O valor a ser poupado será alto, por isso é recomendável que muitos cálculos sejam feitos para que valha a pena optar por uma previdência privada a essa altura.
Todas as escolhas precisam ser feitas com atenção, visando sempre que quanto mais cedo começar a poupar, menor o valor a ser guardado ao mês. A aposentadoria pode sempre parecer um fato longínquo, mas a verdade é que nunca é cedo demais para planejar o futuro.
Por meio do link abaixo, tenha acesso a simulação, planilha para situação financeira e os diferentes tipos de planos de previdência.
http://www.metlife.com.br/paraVoce/lifeAdvice/planejeAposentadoria.aspx
Cuidados com próteses dentárias são bastante similares aos dos dentes naturais
Muitos são os mitos sobre a melhor forma de se manter a higiene das próteses dentárias. O que poucos sabem é que a higienização delas deve ser feita de forma bastante semelhante à dos dentes naturais. A Dra. Cristina De Almeida Ferreira, da Metlife, explica que as próteses devem ser retiradas e limpas com escovas apropriadas, creme dental ou sabão e água fria, após todas as refeições ou ingestão de alimentos, para a remoção de bactérias, fungos e restos de alimentos do aparelho.
Para diminuir a dificuldade encontrada pelos idosos ou portadores de problema de coordenação motora, alguns fabricantes já oferecem produtos efervescentes, que realizam a limpeza química das próteses. Outra opção muito utilizada é deixá-las imersas em água com bicarbonato de sódio. Mas esta prática não substitui a escovação. "O uso de produtos caseiros como água sanitária, por exemplo, é desaconselhado, uma vez que eles podem descolorir e arranhar o acrílico", afirma a dentista.
Quando o assunto é deixar a prótese em imersão por um tempo, a Dra. Cristina adianta que o tema é controverso: "enquanto muitos autores recomendam a remoção das próteses durante a noite, para que os tecidos não fiquem sob sua ação e dos possíveis microorganismos a elas associados, a maioria dos pacientes não aceita essa conduta, pois se sentem constrangidos psicologicamente em colocá-las em um copo". No entanto, é recomendável dormir sem a dentadura, deixando-a sempre em um copo com água e bicarbonato de sódio ou produto efervescente para a limpeza durante a noite. "Outro motivo para dormir sem as dentaduras é a diminuição da sua estabilidade e retenção durante o sono, pois a tendência será ‘segurá-las’ pela ação muscular ou apertando os dentes durante toda a noite, o que ocasionará dor articular", reforça a dentista.
Produtos especiais
Hoje o portador de prótese conta com uma série de produtos especialmente desenvolvidos para auxiliá-lo na higienização. Apesar de a escova de dentes comum poder ser utilizada, há disponível no mercado uma especial para dentaduras, cuja característica é a presença de dois comprimentos de cerdas: curtas para higienizar a parte externa e os dentes da prótese, e longas para higienizar a parte interna da dentadura, que é de difícil acesso para a escova comum.
O uso de produtos para fixação da prótese também deve ser feito com cuidado. Se usados constantemente, podem aumentar a pressão da prótese sobre os tecidos, que quando pressionados se contraem e dão ao portador a percepção de que a dentadura está "frouxa". Dessa forma, é necessária uma quantidade cada vez maior do produto para fixação, o que pode levar à troca da prótese em um tempo menor que o previsto. Porém, se utilizados da forma correta, conforme indicação dos fabricantes, os produtos para fixação não prejudicam o portador nem a higienização das próteses.
Orientação Profissional
É importante que todo portador de próteses dentárias faça visitas periódicas ao dentista, que verificará o funcionamento do aparelho e fará sua higienização de forma profissional. Pacientes que tiveram tártaro nos dentes naturais provavelmente terão nas próteses artificiais. Sua formação é evitada facilmente através de uma higienização correta, que poupa o paciente de odores desagradáveis da prótese e inflamação da mucosa oral. O dentista deve também realizar controles para checar tecidos moles, adaptação, oclusão, higiene e cavidade oral.
A cada cinco anos, o paciente deverá procurar o seu cirurgião-dentista, para uma análise criteriosa para a confecção de novas próteses. "Estética, harmonia facial, desgaste dos dentes, envelhecimento precoce, falta de retenção, reabsorção óssea e dores em algumas áreas são alguns itens importantes para indicação ou não de uma nova próteses", pontua a Dra. Cristina. As próteses totais especificamente, deverão ser substituídas sempre que um desses requisitos não estiver sendo alcançado.
Diversificar carteira é estratégia para aumentar a rentabilidade
Para um corretor aumentar seus ganhos, ele precisa diversificar sua atuação. Este é o segredo de alguns profissionais que conseguiram incrementar a carteira de clientes ao procurar outros tipos de seguros para oferecer aos consumidores e empresas. Enquanto a maioria dos corretores prioriza exclusivamente setores como Patrimônio ou Automóveis, aqueles que se diferenciam ficam em evidência e aumentam sua rentabilidade.
Para Alexandre Romero dos Santos, diretor comercial da Contaget Seguros, este caminho por outras áreas começou há 20 anos. "Muitos corretores de pequeno e até médio porte ainda se focam em seguros de automóvel, por exemplo. No meu caso, procurei diversificar em outros ramos como Saúde, Vida e Previdência Individual e Empresarial, os quais necessitam de mais estrutura na empresa, mas são bem rentáveis", afirma o diretor.
Diversificação acontece em uma empresa ao longo de sua história, na opinião de Sergio Frade, diretor geral da Solutions Gestão de Seguros. "A diversificação é um caminho natural na vida de qualquer empresa, pois as oportunidades surgem ao longo do seu desenvolvimento. Contudo, convém avaliar com cautela quais negócios possuem sinergia para não se perder o foco e a qualidade dos serviços", aconselha o executivo, que atua com Seguros Patrimoniais, RC (Responsabilidade Civil), Transportes, Vida, Saúde, Garantias e Engenharia.
Para Frade, ficar estagnado pode ser um risco para o negócio, ainda mais em tempos de crise econômica. "A centralização está sujeita aos riscos de mudança da economia. A recente crise demonstrou isto, pois alguns setores foram mais atingidos que outros e houve queda acentuada dos negócios. Os seguros de vida em grupo, saúde e de transporte estão sentido uma retração significativa por causa das demissões que estão ocorrendo em grande escala e redução do volume de transportes devido à queda nas vendas", relata.
De acordo com Sergio Frade, algumas das áreas que estão mais em evidência são seguro garantia, de crédito, D&O e a previdência privada. "Riscos financeiros estão mais evidência, pois cresceu a exposição das empresas perante terceiros. A previdência privada também voltou a ser objeto de interesse dos mais preocupados em garantir o futuro", completa o diretor.
Além do aumento dos ganhos, outra vantagem da diversificação da carteira é o aumento da fidelização dos clientes. "É mais incomum um corretor trabalhar com todos os tipos de seguros, mas quando se diversifica, o profissional poderá atender seu cliente em vários aspectos e ele tende a ser fiel", ressalta Santos.
No entanto, não basta apenas aumentar o número de serviços a serem oferecidos, é preciso atender bem em todos os segmentos e, para isso, são necessários estrutura e bom atendimento. O corretor deve ficar atento que cada área tem sua forma diferente de oferecer seus produtos e, para conseguir conciliar tudo, é importante investir em treinamento constante dos funcionários e mantê-los sempre atualizados com as novidades do mercado.
2ª Edição
A importância do autoexame bucal na prevenção do câncer
Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que até o fim do ano serão registrados 466.730 casos novos de câncer, sendo que o câncer exclusivamente da cavidade oral será responsável por 14.160 ocorrências, com incidência média de 60% nos homens e 40% nas mulheres.
Assim como acontece com o câncer de mama, umas da maneiras mais simples e eficazes de prevenir o avanço da doença na região bucal é o autoexame. O objetivo do autoexame, segundo a dentista Maristela Tome Fonoff, gerente do Departamento Técnico da MetLife, é identificar lesões precursoras do câncer de boca. “Quanto mais cedo a lesão for identificada e quanto menor sua extensão, maiores as chances de cura e, portanto, maior a qualidade de vida”, afirma.
Sobre o câncer bucal
O câncer bucal é um tumor maligno que se desenvolve a partir de uma célula que sofre uma série de alterações genéticas. Essas alterações influenciam a diferenciação, o crescimento e a morte celular. A célula “defeituosa”, diferentemente das outras, passa a se multiplicar desordenadamente, transformando-se num corpo estranho ao organismo.
O principal sintoma do câncer bucal, afirma Maristela, é o aparecimento de feridas na boca que não cicatrizam em uma semana. Outros sintomas são ulcerações superficiais com menos de 2 cm de diâmetro e indolores, podendo sangrar ou não, e manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa bucal. Dificuldade de fala, mastigação e deglutição, além de emagrecimento acentuado, dor e presença de linfoadenomegalia cervical (íngua no pescoço) podem ser sinais de câncer de boca em estágio avançado.
A dentista Daniela Rosso afirma que pacientes que fumam e bebem regularmente devem estar sempre atentos, mas que há outros agentes causadores do câncer de boca, como radiações, traumatismos crônicos, vírus, desnutrição e imunodeficiências. Além disso, conforme a idade do paciente avança, aumentam as possibilidades de contato e o tempo de exposição aos agentes carciogênicos.
O câncer bucal é mais comum em pacientes homens, acima dos 45 anos, fumantes e etilistas. ”Não existem relatos de incidência de câncer bucal em crianças, mas, nesta faixa etária, eventualmente podem ocorrer manifestações bucais advindas de outros tipos de câncer”, afirma Maristela.
Prevenção
A prevenção de doenças bucais se inicia com uma alimentação saudável, rica em frutas e vegetais, alimentos ricos em vitamina A, C, E entre outros. É fundamental manter uma boa e frequente higiene oral e manter próteses dentais bem adaptadas. Deve-se também evitar o hábito de fumar, o consumo de bebidas alcoólicas em excesso, proteger os lábios e a pele contra os raios de sol, realizar o autoexame de boca para detecção de lesões bucais pelo menos uma vez por mês e periodicamente consultar um cirurgião dentista.
O autoexame passo a passo
Devem ser observados sinais como mudança na cor da pele e mucosas, na aparência dos lábios e da porção interna da boca, sangramentos, endurecimentos, caroços, feridas, inchaços, áreas dormentes, dentes quebrados ou amolecidos e úlcera rasa, indolor e avermelhada. A seguir, o passo-a-passo sugerido pela dentista Maristela Fonoff:
- Lave bem a boca e remova próteses dentárias se for o caso.
- De frente para o espelho, observe a pele do rosto e do pescoço. Veja se encontra algum sinal que não tenha notado antes. Toque suavemente com as pontas dos dedos todo o rosto.
- Puxe com os dedos o lábio inferior para baixo, expondo a sua parte interna (mucosa). Em seguida, apalpe todo o lábio. Puxe o lábio superior para cima e repita a palpação.
- Com a ponta do dedo indicador, afaste a bochecha para examinar a parte interna da mesma. Faça isso nos dois lados.
- Com a ponta do dedo indicador, percorra toda a gengiva superior e inferior.
- Introduza o dedo indicador por baixo da língua e o polegar da mesma mão por baixo do queixo e procure palpar todo o assoalho da boca.
- Incline a cabeça para trás e abrindo a boca o máximo possível, examine atentamente o céu da boca. Palpe com o dedo indicador todo o céu da boca. Em seguida diga “ÁÁÁÁ...” e observe o fundo da garganta.
- Ponha a língua para fora e observe a parte de cima. Repita a observação com a língua levantada até o céu da boca. Em seguida puxando a língua para esquerda, observe o lado esquerdo da mesma. Repita o procedimento para o lado direito.
- Estique a língua para fora, segurando-a com um pedaço de gaze ou pano, apalpe em toda a sua extensão com os dedos indicadores e polegar da outra mão.
- Examine o pescoço. Compare os lados direito e esquerdo e veja se há diferenças entre eles. Depois, apalpe o lado esquerdo do pescoço com a mão direita. Repita o procedimento para o lado direito, palpando com a mão esquerda. Veja se existem caroços ou áreas endurecidas.
- Finalmente, introduza o polegar por debaixo do queixo e apalpe suavemente todo o seu contorno inferior.
Seguros são diferenciais para pequenas e médias empresas
Empregadores que concedem este tipo de benefício a seus funcionários se destacam no mercado
Pequenas e médias empresas podem se diferenciar no mercado ao garantirem para seus funcionários seguros como o de vida e outros benefícios. Ao escolher o plano certo para o porte de seu negócio, o empresário protege seu patrimônio pessoal sem pesar no orçamento.
Segundo Maria Cristina Alves, consultora do Sebrae - SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), a tendência atual é de que as empresas ofereçam cada vez mais condições favoráveis para seus funcionários. “O mercado hoje está cada vez mais competitivo e a rotatividade de empregados é grande. Por isso, é importante beneficiá-los para melhorar suas condições de trabalho e, assim, fazer com que ele permaneça na empresa”, afirma.
Além dos benefícios que o trabalhador tem direito pelas leis trabalhistas, as empresas costumam dar vale-transporte e alimentação para complementar o salário. De acordo com a consultora, estes seriam os básicos, mas os empresários estão investindo cada vez mais em seguros de vida e previdência. “É uma tendência crescente entre as empresas menores”, acrescenta. No entanto, a especialista alerta que os pequenos empresários devem estar certos de que os benefícios não irão pesar no orçamento. “Conceder um benefício e depois cancelá-lo é pior do que não fazer nada. Por isso, aconselhamos a empresa a analisar com cuidado se é viável ou não”, alerta Maria Cristina.
A consultora do Sebrae-SP destaca que benefícios como os seguros têm consequências positivas para os dois lados - empregados e patrões. Além de diferenciar-se do mercado, a empresa poderá aumentar sua produtividade, já que os funcionários estarão satisfeitos e mais motivados. Outra vantagem para o empregador é pagar menos Imposto de Renda, deduzindo o custo do seguro como Despesa Operacional.
Nos planos voltados para estes tipos de negócio, o MetLife Empresa e o MetLife Grupos, os funcionários costumam ter assistência em casos como morte, invalidez, diária por incapacidade temporária, despesas gerais médias e odontológicas e inclusão do cônjuge e filhos (de acordo com as regras do Imposto de Renda), entre outros. Os assegurados também têm direito a assistência funeral e cesta básica para a família. O MetLife empresa é voltado para aquelas que tem de 2 a 200 funcionários com contratação do seguro através do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, tornando a adesão simplificada. Já o MetLife Grupos, indicado para quem tem de 5 a 300 funcionários, é mais flexível e a contratação do seguro varia de acordo com o perfil do grupo.
Autoconhecimento é o primeiro passo para um bom planejamento financeiro pessoal
Conhecer bem as prioridades e ter controle da receita e da despesa do lar são os principais passos para fazer um bom planejamento financeiro pessoal. Cada indivíduo que queira ter o controle da vida financeira deve analisar detalhadamente o que é mais ou menos importante para a construção do patrimônio e, assim, garantir estabilidade na área.
Segundo o consultor Luiz Jurandir Simões, da FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras), não existe uma fórmula comum a todos que queiram fazer um planejamento, porque não existem escolhas pessoais piores ou melhores e, sim, escolhas compatíveis e coerentes com a personalidade, sonhos e peculiaridades de cada um.
Para dar início ao planejamento pessoal, é preciso listar de forma minuciosa as receitas e despesas da casa, reconhecendo o que é vital, estratégico ou menos importante. Simões ressalta que os gastos devem ser analisados pela essência e não aparência. “Há produtos muito caros que não agregam quase nada aos seus compradores, só há uma agregação psicológica”, exemplifica, lembrando que há marcas famosas de ternos que custam de três a cinco vezes mais que o preço de um bom alfaiate, mas, comparando ambos, não se percebe nenhuma diferença e até vantagens no feito sob medida.
A colaboração da família é fundamental para o sucesso do planejamento. “O responsável pelas finanças da casa deve explicar o que está acontecendo e que todo mundo será atingido de forma positiva ou negativa”, diz a professora da Fundação Getúlio Vargas Marlene Kraus. Para ela, uma das maiores dificuldades demonstradas pelos alunos da disciplina é que os hábitos e costumes dos pais interferem no planejamento financeiro dos filhos. Quando o hábito não é um costume na casa, resta ao responsável mostrar os benefícios de ter o planejamento e calcular com números e exemplos o quanto a família deixa de ganhar. “Essa é uma atitude que em 90% dos casos convence quem ainda está relutante em planejar”, diz.
Ambos os especialistas concordam que a educação financeira é muito importante para a formação. Marlene acredita que a disciplina deveria ser ensinada no Ensino Médio, mostrando a importância de como administrar o dinheiro e apresentando as fórmulas e planilhas usadas para tal. Apaixonada pelo assunto, é professora de Gestão Financeira e Finanças Pessoais em Cursos de Graduação, além de fazer coaching e palestras. Em seus cursos ela mostra exemplos práticos de como economizar dos mais complexos aos mais corriqueiros, como a lista de compras do supermercado. “Eu demonstro aos meus alunos que cortando pequenos gastos a pessoa consegue em um ano economizar até 84% de uma renda mensal, ou seja, é quase um 14º salário”.
Mesmo quem tem dívidas não precisa desistir. De acordo com Simões, o ideal é reduzir o endividamento amortizando antecipadamente, pois mesmo sem desconto, há extração de juros nas parcelas futuras. Para quem está com problema em quitar o cartão de crédito e o cheque especial, a sugestão é negociar a dívida, mesmo que seja preciso fazer um empréstimo pessoal, pois os juros são mais brandos.
Ajuda On-line
Desde 1999, três consultores decidiram montar um web site gratuito para orientar sobre alternativas de investimento. Trata-se do Financenter, que traz informações e educação financeira, sem venda de produtos. “Temos o compromisso de ajudar a educar nosso povo no segmento financeiro pessoal”, diz Louis Frankenberg, um dos sócios do site.
O perfil dos usuários é de homens acima dos 25 anos com renda mensal de até R$ 4.500,00 e as dúvidas mais freqüentes são sobre os orçamentos financeiros domésticos de despesas em relação aos ganhos mensais. “Em conjunto com o fator citado, as pessoas não criam uma reserva financeira para dar conta dos imprevistos que ocorrem a nós todos. Creio que 85% da população brasileira não tem praticamente nenhuma reserva”, Frankenberg.
Seguro de vida oferecido pela empresa aos funcionários garante satisfação extra
Se o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo aos profissionais, os tempos atuais também apresentam mais complexidade no processo de contratação. Hoje não é incomum que candidatos a uma vaga de trabalho disponham de mais de uma oferta de emprego e, consequentemente, negociem com muito mais argumentos as possibilidades de salário, plano de carreira e benefícios.
As empresas têm buscado se diferenciar oferecendo benefícios importantes como o seguro de vida em grupo. A modalidade, decorrente da contratação de uma apólice coletiva (desde que os componentes seguráveis estejam vinculados, direta ou indiretamente, ao chamado estipulante), se destaca como poderosa ferramenta de retenção para muitas delas.
"Isso porque além de oferecer a necessária proteção financeira aos seus empregados e familiares, em muitos casos o seguro de vida é subsidiado integralmente pela empresa", explica Estevam Souza, gerente de relacionamento comercial da Metlife, seguradora que atende a mais de 70 milhões de clientes nas Américas, Ásia, Oceania e Europa.
De acordo com o especialista, a principal finalidade do seguro de vida é garantir proteção financeira a quem se quer bem. "Na falta de uma pessoa, pode ocorrer desequilíbrio na renda familiar. A principal função do seguro de vida é restabelecer esse equilíbrio financeiro perturbado", acrescenta o especialista.
No caso específico do seguro de vida em grupo oferecido pelas empresas, essa preocupação com o bem-estar familiar resulta em maior satisfação dos colaboradores. "A tranquilidade deles em relação à segurança de seus familiares favorece, e muito, a produtividade da empresa", complementa Estevam.
Como contratar?
Para a contratação de um seguro de vida em grupo, inicialmente as seguradoras costumam realizar uma análise de riscos e expectativas, a fim de determinar a aceitação do risco proposto e as condições dessa aceitação. "É nessa fase que a seguradora define o prêmio do seguro (custo)", esclarece Estevam.
Entre as muitas variáveis que compõem o custo do seguro, destacam-se o ramo de atividade da empresa; o número de vidas seguráveis e a idade média do grupo; as coberturas e capitais a serem contratados; a experiência da apólice nos últimos anos; e o perfil do grupo de afastados e aposentados.
1ª Edição
Entenda a diferença entre planos de Previdência Complementar
Os planos de previdência complementar se tornaram quase obrigatórios para quem quer realmente garantir um futuro com conforto financeiro. O sistema de Previdência Complementar é de capitalização, com isso quanto mais cedo se inicia o plano, maiores serão os valores acumulados, pois a rentabilidade é aplicada sobre o saldo acumulado. Outra grande vantagem é a não incidência de imposto sobre a rentabilidade auferida pelo plano, como ocorre com os fundos de investimentos. Na hora de optar pelo plano de previdência que vai cumprir este papel, nada como conhecer algumas regras e definir o que realmente é mais adequado para cada perfil de participante ou empresa.
Os planos de previdência Complementar se dividem entre Previdência Aberta (que são comercializados pelas Seguradoras) e os Fundos de Pensão (Previdência Fechada). Enquanto os planos abertos podem ser adquiridos de por pessoas físicas ou jurídicas, os Fundos de Pensão só podem ser adotados por pessoas que trabalham em determinadas empresas ou associação (sindicatos, cooperativas, associações profissionais). Um bom exemplo são os Fundos de Pensão, que recebem uma contribuição do trabalhador e também uma contrapartida da empresa. É bom ressaltar que, por lei, nenhuma empresa é obrigada a oferecer aposentadoria complementar, mas muitas oferecerem este benefício como uma estratégia de Recursos Humanos para atrair e reter talentos, fazendo com que as pessoas se preocupem com suas atividades, pois do futuro a empresa está cuidando.
Maurício Ferreira, diretor de Previdência da MetLife, explica que a comparação entre planos abertos e fechados tem mais peculiaridades. “As empresas que decidem oferecer planos de previdência Complementar para seus funcionários podem fazer isso tanto pela modalidade fechada quanto aberta. Isso varia muito de acordo com a característica de cada empresa. Depende dos objetivos e cultura das empresas em relação à Previdência Complementar”, explica.
Ele descreve, ainda, a situação do mercado de Previdência Complementar hoje no país. “Os Fundos de Pensão tem patrimônio acumulado maior e mais participantes/beneficiários que a Previdência Aberta, uma vez que é um sistema que está operando à mais tempo. A Previdência Aberta tem apresentado grande crescimento, devido aos produtos que foram criados (PGBL e VGBL), que trouxeram maior transparência e flexibilidade para os participantes e empresas, diz.
Por outro lado, segundo Ferreira, a Previdência Fechada tem apresentado rendimentos mais consistentes, uma vez que possui fluxo de entradas e saídas de recursos menores, propiciando aos gestores de investimentos, comprar títulos de longo prazo trazendo melhor rentabilidade para os participantes, a contrapartida é um benefício melhor no futuro.
| Previdência Aberta | Previdência Fechada |
|---|---|
| Orgão regulador e fiscalizador: SUSEP – Superintendência de Seguros Privados, subordinada ao Ministério da Fazenda. | Órgão regulador e fiscalizador: SPC – Superintendência de Previdência Complementar, subordinada ao Ministério da Previdência Social. |
| Oferecido por seguradoras e bancos a pessoas físicas ou jurídicas. São os chamados PGBLs e VGBLs. | Criados por uma empresa para seus próprios funcionários. A empresa pode construir um fundo de pensão e administrar, ela própria, o plano, ou terceirizar para um fundo multipatrocinado. |
| As contribuições são integralmente pagas pelo participante | As contribuições pagas pelo participante ou a e empresa, de acordo com o desenho do plano. |
|
As contribuições para o produto PGBL podem ser deduzidas da base de calculo do Imposto de Renda Pessoa Física até o limite de 12% da renda bruta anual. (exceto 13º salário) Obs.: Para obter o incentivo fiscal o participante deverá fazer a declaração no modelo completo. |
As contribuições podem ser deduzidas da base de calculo do Imposto de Renda Pessoa Física até o limite de 12% da renda bruta anual. (exceto 13º salário) Obs.: Para obter o incentivo fiscal o participante deverá fazer a declaração no modelo completo. |
| O prazo de carência para resgate ou transferência para outra Seguradora pode ser de no mínimo 60 dias. No caso de planos coletivos, deverá ser observado o que estabelece o contrato de adesão. | O resgate só pode realizado em caso de desligamento. O participante poderá optar também por transferir o saldo de suas contribuições para outro plano, aberto ou fechado. Deve ser observado o regulamento do plano para verificar os direitos do participante. |
| Não está vinculada a Previdência Social o início do recebimento do benefício. | A empresa pode vincular ou não o recebimento de qualquer benefício aos benefícios pagos pela Previdência Social. (Atualmente a maioria dos planos não utiliza este critério) |
Escovação adequada, uso de fio dental e aplicação de flúor garantem saúde bucal
Embora bastante conhecidas, as regras básicas para uma perfeita saúde bucal nem sempre são seguidas à risca. A receita para a higiene dos dentes e da boca, conforme recomenda o odontologista Dr. Milton Miranda de Carvalho, mestre em Implantodontia e secretário geral nacional da ABO (Associação Brasileira de Odontologia), é simples e eficaz: escovação adequada, uso de fio de dental e aplicação de flúor, além, é claro, do acompanhamento de profissionais quando necessário.
“O ideal é de quatro escovações diárias para pessoas com dentições e gengivas normais. Não há diferença de frequência para adultos e crianças. E, caso haja necessidade de mais ou menos, deve ser orientada pelo dentista”, aponta.
De acordo com o especialista, o fio dental é um complemento importante para remoção do biofilme e dos resíduos. “Muitos dentistas recomendam eu seja usado antes da escovação, outros que se use depois. O fio dental é importante de qualquer forma, mas é necessário ressaltar que é um complemento, não substituindo a escovação”, explica.
Ainda como complemento essencial, Dr. Milton cita a higiene da língua, onde ocorre o maior acúmulo de bactérias da boca. “Hoje muitas escovas vêm com limpadores no dorso que servem para raspar. Pode-se limpar, também, com as cerdas da própria escova, mantendo como frequência a mesma da escovação”, ensina.
CriançasOdontopediatras aconselham que a mãe vá ao dentista ainda durante a vida intrauterina do bebê, pois podem ser necessários mudanças de hábitos e reforço alimentar para uma boa dentição da criança.
“Enquanto o bebê ainda não tem dentes, deve ser feita a limpeza da boca, pois há o acúmulo de leite que se transforma em ácido lático e pode ser um meio de cultura de bactérias. Quando nascer o primeiro dente, já pode ser feita a escovação com uma escova especial ou mesmo uma gaze enrolada no dedo”, orienta.
Dr. Milton ressalta, ainda, que crianças com dentição de leite devem ter a escovação assistida por adultos.
Flúor e enxaguatórios bucaisO odontologista recomenda a utilização do flúor na higiene bucal, como forma de garantir o fortalecimento do esmalte dos dentes e de prevenir cáries. “O uso pode ser coletivo, por meio da água fluoretada, vinda da torneira, individual e profissional (em consultórios)”, explica.
Bastante em alta graças ao mercado publicitário, os enxaguatórios bucais costumam despertar dúvidas quanto à eficácia e à forma de uso. Mas Dr. Milton alerta: “São complementares e devem ser usados para limpeza e combate ao mau hálito. Deve, porém, haver o cuidado de não mascarar a causa do mau hálito, que normalmente tem razão biológica ou de problemas gengivais”. O especialista lembra que os bochechos atuam nos tecidos moles, não substituindo, portanto, a escovação e a consequente remoção de resíduos e biofilme.
“Escovar os dentes e higienizar a boca é a única maneira de prevenir doenças bucais, além do acompanhamento do dentista a cada seis meses, que deve ser considerada uma medida profilática”, recomenda.
Siga o passo-a-passo dos dentes saudáveis:- quatro escovações diárias
- escovação da língua
- uso fio dental após cada escovação
- aplicação de flúor
- uso de enxaguantes bucais
- visitas periódicas ao dentista
Manter a rentabilidade em tempos de crise é o desafio dos corretores em 2009
O que o futuro reserva para esses profissionais? Crise financeira, aumento da concorrência, falta de preparo e diminuição no valor das comissões são algumas das preocupações para quem vive de seguros no Brasil. Especialistas revelam: o mercado vai atropelar aqueles que ficarem esperando o cliente bater à porta.
Este ano tem tudo para ser um verdadeiro “divisor de águas” para o mercado de seguros no Brasil e, por consequência, para os corretores. Embora algumas entidades apostem no crescimento de cerca de 7% em volume de prêmios em 2009 – o que nem todas acreditam, o maior desafio para os profissionais desta área será manter a rentabilidade, pois a crise de liquidez em muitos setores da economia poderá desencadear uma série de problemas, como a redução de contratos, cancelamento de apólices e renegociação das comissões para valores mais baixos que os atuais.
“Manter a receita de comissões apesar da redução imposta pela desaceleração da economia mundial será o grande desafio para os corretores de seguros em 2009”, estima o professor da Escola Nacional de Seguros (Funenseg) Gustavo Cunha Mello. A estimativa do docente é que o segmento sofra muito. “Porém, é nessa hora que o bom consultor de seguros se revela”, afirma.
Além de garantir a venda de seus produtos, o corretor da nova realidade financeira precisará se adaptar às ações do mercado como um todo, oferecendo não só produtos tradicionais, mas inovações que façam com que o cliente possa satisfazer suas necessidades em momentos de orçamento apertado.
De acordo com o presidente da Câmara dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul, Alberto Júnior, só conquistarão novas contas aqueles que não tiverem medo da crise, forem pró-ativos e ousarem na hora de transformar os produtos que tem na mão em objetos de desejo.
“O brasileiro consome mais seguro de carro – por exemplo – porque, em sua maioria, os corretores não fazem o trabalho de levantamento das necessidades. Uma pessoa possui automóvel, mas está viva, pode ficar doente, mora em algum lugar, possui uma família, tem um filho pequeno e precisará de um futuro e educação adequada. Quantos seguros podemos fazer para esta pessoa? Certamente um para cada situação”, comenta o executivo.
Surge aí outro grande desafio para o corretor: estar sempre atualizado e disposto a entender os produtos, descobrindo possibilidades e diferenciais da concorrência, que a cada dia cresce mais conforme comprovam os dados da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada e das empresas Corretoras de Seguros e Resseguros (Fenacor).
De 2006 a 2007, por exemplo, o aumento no número de profissionais foi de 8%. Em 31 de dezembro de 2007 existiam no Brasil 66.215 corretores Pessoa Física e Jurídica ativos, sendo 39,59% deste montante no Estado de São Paulo. O Rio de Janeiro vinha logo atrás, com 15,06% do total de profissionais em atividade em 2007.
Segundo o professor Gustavo Cunha Mello, a Funenseg forma alguns milhares de corretores a cada ano, pois a venda de seguros é um mercado aberto a novos entrantes. Contudo, ele lembra que a quantidade de dentistas, advogados, contadores, arquitetos, entre outros profissionais, é muito maior que a de corretores de seguros no mercado. “Para ter sucesso nesta área, devemos ter perseverança e gostar de estudar sempre. O corretor é o principal interlocutor que leva este conhecimento e busca convencer o cliente sobre a importância de se optar por um seguro”, explica.
Para estar bem preparado, na opinião do presidente da Câmara dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul, o profissional precisa ser especialista, estar atento, obter valor agregado ao seu produto e resolver problemas antecipadamente, quando visíveis para o futuro”. Uma dica para obter sucesso é: na crise, crie. O profissional deve ajudar seu cliente com o que ele precisa e dentro de suas condições. O mercado vai atropelar quem está esperando alguém bater em seu escritório solicitando um seguro. Sempre existe alguma maneira que ainda ninguém encontrou de se superar”, finaliza Alberto Júnior.
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