Converse mais com seu filho adolescente

Mudança de comportamento faz o diálogo parecer impossível. Mas com algumas dicas, o papo rola solto

As transformações hormonais ocorridas durante a adolescência influenciam diretamente no humor e, claro, na relação entre pais e filhos. Em certos momentos, a comunicação entre a família e o adolescente pode até parecer impossível. Mas, com muita paciência e uma relação solidamente construída desde a infância, há como mudar esta situação.

Nós, da MetLife, acreditamos que harmonia familiar é sinônimo de felicidade e qualidade de vida e, por isso, trouxemos algumas dicas para você tentar superar esta fase de forma um pouco mais tranquila.

O hormônio do mau humor: a infelicidade

Todos nós já passamos por essa fase. Por isso, antes de tudo, é preciso se colocar no lugar do adolescente e entender que esta alteração de comportamento se deve ao turbilhão de transformações hormonais que ele está vivendo. Durante este período, perde-se um terço dos receptores de dopamina, neurotransmissor associado à felicidade, o que explica parte do mau humor dos jovens.

Além disso, o desenvolvimento da área do cérebro que controla o planejamento de consequências e o pensamento de causa e efeito – o córtex pré-frontal,  ainda não está completo. O resultado é a falta de controle dos impulsos. 

O começo de tudo

Os pais precisam investir na cumplicidade com os filhos desde cedo, conversando, ouvindo e, sobretudo, respeitando-o como pessoa. Uma relação distante e ausente pode provocar muitas falhas de comunicação e atritos no futuro.

Tolerância x limite

Para estabelecer o diálogo, sem os pesadelos das brigas e discussões, é preciso ter muito jogo de cintura. A postura rígida em excesso deixará o jovem irritado e pode até mesmo fazer com que ele se feche completamente.  Mas um temperamento muito permissivo passa a impressão de que os pais não se importam com os filhos.

Ouvidos atentos (e amorosos)

Mesmo que o adolescente pareça agressivo ou debochado, tente ter paciência de ouvi-lo, a comunicação positiva desarma o espírito e acalma os ânimos. Quem sabe ele não transforme este momento em um ritual e passe e conversar mais?  

Se a situação se complicar, não levante a voz ou faça acusações, respire e encerre a discussão. É melhor voltar ao assunto em outro momento – mas não deixe de conversar.

Conflito de gerações

“Você diz que, depois deles, não apareceu mais ninguém”, diz o verso da canção “Como Os Nossos Pais”, composta por Belchior e famosa na voz de Elis Regina. A letra trata de um dos maiores problemas da relação com os adolescentes, o conflito de gerações.

Jovens de 15, 16 anos, não têm maturidade – nem disposição – para entender a importância da experiência dos pais. Mais uma vez, conte com a paciência para chegar a um consenso. Incentive seu filho a refletir, pode ser que ele admita que não tem tanta razão. Se não adiantar... paciência mais uma vez, claro!

Momento a sós

Tente conversar longe de familiares e amigos para não expor seu filho e, claro, evitar palpites e críticas que não contribuirão em nada para a relação com seus filhos.

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