O que fazer quando o seu plano de carreira e o da empresa divergem?

Planejamento de vida deve contar na sua jornada profissional

Quando o assunto é plano de carreira, empregados e empregadores podem envisionar coisas diferentes. A melhor forma de solucionar esse impasse é sempre a comunicação. O plano de carreira é conhecido como um benefício dado pela empresa ao funcionário e corresponde às etapas que ele percorrerá na hierarquia da companhia. 

A MetLife tem como base três pilares de atuação: acesso ao conhecimento, acesso aos serviços e acesso às ideias. Manter um canal aberto de comunicação com sua empresa através de seus gestores é muito importante para que juntos vocês possam trabalhar em um plano de carreira. 

Para isso é preciso que empregado e seu empregador estejam na mesma página quanto às competências esperadas dele. Quando o funcionário se planeja para algumas metas, mas a empresa tem planos diferentes para suas atividades, dois pontos são fundamentais para a resolução do conflito: autoavaliação e comunicação. 

Fazer uma autoavaliação é prioridade 

Fazer uma avaliação pessoal é fundamental. Através da autoavaliação você terá uma maior clareza do que quer do seu futuro e aonde pretende chegar. O planejamento de vida deve ser o ponto inicial do plano de carreira. Fatores como: casamento, filhos, aquisição de bens como casa ou veículos, viagens, especializações profissionais, empreendedorismo, cursos no exterior ou mesmo uma carreira internacional precisam ser levadas em consideração nessa "matemática". 

Tenha um canal aberto com seu empregador 

Com o planejamento de vida minimamente desenhado (é claro que projetos podem se alterar de tempos em tempos), compartilhe com seu empregador seu desejo de aprender mais sobre a empresa e crescer em sua hierarquia. O planejamento de carreira é positivo tanto para o empregado quanto para a empresa.  

Entretanto, caso haja um conflito entre o que você vislumbra para sua carreira e o que a empresa planeja para você é importante estabelecer um canal aberto de diálogo.  

Se por exemplo, você não se vê como um gestor e na hierarquia de sua empresa esse é o único caminho possível apresentado, talvez valha a pena se questionar se você está investindo na companhia certa ou até mesmo tentar uma capacitação na área de gestão, pois pode ser que você veja a atividade através de novo outro olhar. 

Caso você realmente não tenha interesse em seguir o plano de carreira apresentado pela empresa, tente como um último artifício conversar com o Departamento de Recursos Humanos e com seus gestores sobre suas áreas de interesse e apresentar sua contraproposta de forma amigável e criativa, mostrando os motivos pelos quais acredita que desempenharia um bom trabalho na sua área de interesse. Se capacitar para isso ajuda a embasar seus argumentos. 

Hora de partir para novos desafios 

Caso nenhum dos lados seja capaz de rever suas posições e o plano de carreira da empresa realmente seja incompatível com o seu planejamento de vida é hora de avaliar se você prefere investir sua energia profissional em novos desafios. Por exemplo, se o plano de carreira prescindir de uma transferência de cidade, estado ou até mesmo país, e você não esteja disposto a embarcar no projeto e sabe que seu crescimento na companhia estará limitado, se abrir para o mercado e pensar em empresas que se alinhem com seus planos futuros é uma boa ideia.