Que tal a gestão participativa, onde ninguém é chefe de ninguém?

A opção tem sido a nova proposta de várias empresas e tem gerado sucesso

Quem acompanha veículos dedicados ao mundo dos negócios, já deve ter lido alguma matéria sobre novas formas de gestão. Alguns empresários estão mudando suas táticas em relação à liderança empresarial, no caso tirando o foco de apenas um único comando e recebendo de forma igualitária decisões de colaboradores e pessoas de fora da empresa. Essa fusão se chama de gestão participativa.

Nós, da MetLife, sempre optamos pelo sucesso de bons empreendimentos. Em razão disso, achamos que um projeto pode dar certo se o responsável souber ouvir a opinião de quem faz parte da equipe. Por isso, explicamos o que significativa a gestão participativa para que você pense se é uma saída assertiva para a sua empresa.

O que é gestão participativa?

Gestão participativa é uma forma de integrar toda a empresa às metas de crescimento contando com o engajamento dos colaboradores, mas sem um único líder no comando, e sim, vários, ou sem ninguém.

O formato está relacionado diretamente na inclusão de ideias e decisões de forma igualitária. Por exemplo, os presentes em uma reunião podem escolher regras e até contratar funcionários, como é o caso da Valve.

A empresa norte-americana desenvolvedora de jogos eletrônicos trabalha com essa dinâmica: todos são iguais e os gerentes não existem. Lá, os funcionários se sentam onde querem, escolhem o que trabalhar e decidem o salário um do outro. Além disso, uma vez por ano todo mundo sai de férias juntos.

Algumas características a tornam um sucesso. Dj Powers, desenvolvedor de negócios da Valve, comenta que o modelo funciona porque a empresa atrai artistas de “elite”, ou seja, pessoas talentosas que querem acrescentar ao desenvolvimento da organização e apresentaram características plausíveis de acordo com a proposta.

Ele também classifica que a tarefa mais importante é fazer com que os funcionários contratem os demais, justamente porque é feito uma triagem na hora da seleção. Ele acrescenta o reconhecimento de que muitos indivíduos talentosos não se encaixam ao processo.

Por outro lado, ele acredita que o fato de não serem gerenciados por outras pessoas ajuda a formular as próprias ideias e assim criar um projeto ou recurso fortalecedor.

Suporte financeiro é imprescindível

Para que um projeto desse nível dê certo, é necessário que a empresa tenha um revés financeiro. As possibilidades de sucesso e fracasso fazem parte de qualquer local de trabalho, mas quando algo inovador é posto em prática no mercado, é preciso ter equilíbrio para lidar com os dois lados da moeda.

Em razão da gestão participativa, como a empresa não tem um método conservador, no qual apenas uma pessoa comanda, e sim, variados líderes, o processo se torna mais delicado e possuir dinheiro guardado é precaução.

Estar preparado para críticas é essencial

Abrir esse espaço de recebimento de ideias leva a um canal de comunicação bastante diversificado, onde profissionais de conhecimentos e culturas diferentes apresentam seus conceitos diante das tarefas.

Ao solicitar a participação de todos, o dono do empreendimento precisa estar disposto a ouvir e certamente a receber críticas que podem contradizer as normas da empresa. Portanto, antes de estabelecer uma gestão participativa é preciso ponderar se você está preparado para submeter modelos e reavaliar as próprias convicções.