Tarefa ou missão? Como a forma de encarar uma obrigação muda tudo

Bons gestores reconhecem o potencial da equipe e aplicam a dose certa de pressão ou autonomia na execução de projetos

Como você prefere encarar as obrigações de trabalho? Quando sua agenda indica que o deadline está se aproximando, você olha para esta obrigação como mais uma tarefa ou como uma missão inadiável? Embora a exigência de qualidade, escopo e tempo não vá mudar por conta da forma como você olha para a questão, seu psicológico pode influenciar bastante no resultado final que você vai alcançar.  

Na MetLife, temos muitos claro que o trabalho fica melhor quando os funcionários estão motivados. Este é um fator especialmente crítico para as pequenas empresas, em que o corpo de funcionários é reduzido e o trabalho de cada um é fundamental para o bom funcionamento da empresa. Por isso, achamos importante que a empresa estimule seus colaboradores a olharem para suas obrigações da forma mais eficiente para empresa.  

Tarefas rotineiras levam à consistência 

Encarar estas obrigações como meras tarefas pode ser muito útil em projetos de longo prazo, em que a consistência ao longo da execução é mais importante do que estimular picos de produtividade pontuais. Assim, executar as tarefas pode gerar menos estresse, garantir um ambiente mais saudável e oferecer resultados mais claros, etapa a etapa.  

Não se trata de diminuir a exigência por determinado resultado, mas de incorporar as atividades de execução de um projeto ou processo a uma rotina focada na consistência da produção.  

Encarar a obrigação como missão pode agilizar resultados 

Já encarar uma obrigação de trabalho como uma missão pode ser muito útil quando os prazos estão apertados ou quando a exigência é altíssima, fora do comum, seja porque o cliente é rigoroso ou porque o projeto é muito complexo. Esta forma de ver o processo de produção pode ser eficiente por inserir uma dose extra de pressão, mas também pode gerar problemas se for utilizada por muito tempo.  

Trabalhar sob pressão aumenta o efeito do estresse e pode até deixar seus funcionários doentes. Isto, certamente, impactará na produtividade da empresa, especialmente se ela for pequena. Além disso, um ambiente de trabalho estressante tende a gerar mais conflitos e desentendimentos, muitas vezes evitáveis se houvesse tempo para conversar sobre as discordâncias.  

Gestores devem ser sensíveis às necessidades da equipe 

Também há pessoas que simplesmente não conseguem produzir bem sob pressão. Outras produzem muito melhor sob esta condição. Um bom gestor deve saber reconhecer onde está o maior potencial de sua equipe e qual é o ponto ótimo de equilíbrio entre autonomia e pressão para que os deadlines sejam cumpridos e o resultado do trabalho seja satisfatório.