Máscaras de proteção: pode fazer em casa ou não?

A dica é pensar do que você quer se proteger

A pandemia de COVID-19 nos obrigou a todos a mudar de comportamentos. De repente todos estamos em isolamento social, indo à rua só em situações específicas. E, quando isso acontece, um elemento se integrou ao nosso "look", as máscaras de proteção.

Nós da MetLife estamos aqui para ajudar a trazer sempre informação atualizada e sintonizada com o momento de nossos segurados. Por isso, vamos entender afinal que tipo de máscara podemos utilizar?

Por que é importante usar máscaras ao sair à rua

Sim, muitas cidades do mundo adotaram o lockdown como forma de contar a circulação de pessoas e, com isso o contágio. Uma coisa que deve ser bem entendida: não tem a ver com cura. Tem a ver com deixar o hospital livre para quem já se contaminou e precisa de atenção.

Mas, ainda assim, vez ou outra, precisamos ir à rua. Mesmo cidades em lockdown severo permitem a ida à mercados e farmácias, para itens de primeira necessidade. E, nesse momento, o uso da máscara é fundamental.

Ela evita não só que você entre em contato com as gotículas suspensas no ar, que podem carregar o vírus, como - caso você seja assintomático - que você passe o vírus para alguém.

Só que, aí, começam a surgir algumas dúvidas. Uma simples ida ao mercado nos mostra no rosto das pessoas uma imensa variedade de modelos, usos e níveis de proteção diferentes. Em que tipo de máscara confiar, afinal?

Quais os tipos de máscara?

As máscaras caseiras começaram a ser consideradas no cenário mundial como uma alternativa à proteção. Claro que o nível de proteção é menor, mas, como o mercado viu desaparecer os modelos das prateleiras, as máscaras de tecido começaram a ser indicadas. Até mesmo um tutorial produzido pelo Ministério da Saúde ensina como fazer uma máscara utilizando uma camisa de algodão.

Isso porque o consenso a que se chegou é que as máscaras profissionais, devem se destinar aos que estão linha de frente de atendimento aos infectados pelo novo coronavírus. Estas máscaras têm também níveis de classificação, de acordo com a proteção que asseguram. Uma das mais famosas é a "N95" que tem esse nome por vedar a entrada de até 95% das impurezas.

Como fazer em casa a sua? É segura?

As máscaras descartáveis ou feitas em casa têm um prazo menor de utilização. Em média podem ser utilizadas por até duas horas ou até ficarem úmidas. Ou seja: se for ao mercado ou a algum lugar que demore mais do que isso, o indicado é levar uma máscara extra na bolsa. 

Muito cuidado ao trocar a máscara: e usada deve ficar em um saquinho isolado e, chegando em casa, ser lavada com água e sabão e deixar de molho em uma solução de água sanitária por 30 minutos.

Elas, portanto, são uma alternativa ao isolamento social, mas não substituem os cuidados básicos como a higienização das mãos, por exemplo.