O que muda em um mundo que tem mais avós do que netos?

Pela primeira vez na história, existem mais idosos no mundo do que crianças pequenas, segundo a ONU

Vivemos em um mundo completamente mutável e moderno, em vários aspectos. Pela primeira vez na história da humanidade, há mais idosos no mundo do que crianças pequenas. O aumento da expectativa de vida no Brasil e no mundo podem trazer consequências boas e ruins. O fato é saber como lidar com essa mudança para um mundo mais “experiente”. 

Nós da MetLife trabalhamos para que você tenha plenitude em sua vida e bem-estar, de todas as formas. Para aprimorar seus conhecimentos, você vai saber o que muda em um mundo que tem mais avós do que netos e quais as consequências dessa mudança do ponto de vista financeiro e da saúde. 

Mais idosos e menos crianças 

Segundo a ONU, existem 705 milhões de pessoas acima de 65 anos no mundo contra 680 milhões de crianças até 4 anos. As estimativas ainda apontam que essa diferença deve aumentar ainda mais até 2050, o que pode ser preocupante. 

Essa desproporção indica uma tendência que é acompanhada há décadas: na maioria dos países, em especial os desenvolvidos, as pessoas estão vivendo mais e cada vez tendo menos filhos. Segundo os especialistas, viver em uma sociedade com poucas crianças e muitos idosos é um verdadeiro desafio.  Algumas consequências podem ser: 

Baixo crescimento populacional

Quase metade de todos os países do mundo está passando por uma drástica redução da natalidade. Isso significa que o número de crianças é insuficiente para manter o ritmo de crescimento populacional. São profundas as consequências sociais e econômicas de uma sociedade com mais idosos do que crianças. 

Demanda por mais recursos de saúde e financeiros

O fato de estarmos vivendo mais, significa que será necessária uma maior demanda de recursos na área da saúde pública e previdenciária. Será preciso mais investimentos em praticamente todas as áreas para suprir as necessidades dos idosos, que estão cada vez mais ativos na sociedade. 

Muitos países terão sua população mais enxuta 

Devido à queda do número de nascimentos, em especial em países desenvolvidos, muitos deles vão presenciar suas populações reduzirem significativamente. Alguns países da Europa, a taxa de fecundidade é de apenas 1,7 filho por mulher, o que contribui para uma queda acentuada da população nos próximos anos. 

Menos jovens no mercado de trabalho

O declínio e o envelhecimento da população mundial resultam em menos pessoas na força de trabalho. Isso pode levar a uma diminuição da atividade econômica, prejudicando ainda mais o crescimento de uma nação. Por sua vez, o número de idosos que se aposentaram e voltaram a trabalhar tem aumentado bastante. 

Investir em hábitos de vida saudáveis e na prevenção de doenças

O fato de que estamos vivendo mais indica que as pessoas estão cuidando mais da saúde, se alimentando melhor e prevenindo possíveis doenças. Indivíduos mais saudáveis são mais capazes de continuar trabalhando por mais tempo e com mais energia, contribuindo em custos menores com a saúde pública.

Diante desse cenário, cabe a nós cuidar da saúde tendo uma boa alimentação e hábitos saudáveis. Além disso, investir sempre na prevenção de doenças e incentivar políticas que promovem a saúde dos idosos é fundamental.  

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