Você já ouviu falar em síndrome metabólica? Conheça os riscos!

Fique atento para sintomas, como a famosa barriga de chopp

Você já ouviu falar em síndrome metabólica? Estima-se que entre 20% a 25% da população adulta mundial sofra com isso e esse percentual deve aumentar com o crescimento das taxas de obesidade pelo mundo. Ela corresponde a um conjunto de condições que aumentam o risco de doença cardíaca, acidente vascular cerebral e diabetes.

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A mortalidade por doença cardiovascular é três vezes maior para quem tem a síndrome, portanto, vale a pena prestar a atenção nas manifestações da síndrome. Excesso de peso na região da cintura (cintura larga, popularmente conhecida como barriga de chopp), pressão alta, taxas de glicose, triglicerídeos e colesterol elevadas (com HDL baixo) são os fatores que indicam risco. Se você se encaixa nesse perfil e apresenta três ou mais deles, é importante procurar ajuda médica para que seja possível intervir no processo e evitar uma série de complicações para sua saúde.

Fatores que contribuem

Causada por um somatório de fatores genéticos e externos, a síndrome metabólica pode aparecer junto com: envelhecimento (a síndrome se manifesta na idade adulta, sobretudo após os 50 anos), menopausa,  obesidade, sedentarismo, uso de medicamentos (antialérgicos, antiinflamatórios, remédios usados no tratamento de HIV e doenças psiquiátricas, entre outros), sono insuficiente, síndrome de ovários policísticos e fígado gorduroso. 

Síndrome de Resistência à Insulina

A Síndrome Metabólica tem como base à resistência à ação da insulina, já que a insulina age menos nos tecidos, obrigando o pâncreas a aumentar sua produção, elevando os níveis de insulina no sangue. Por isso, também pode ser conhecida como Síndrome de resistência à insulina.

Prevenção e tratamento

Aumentar ou mesmo iniciar a prática de atividades físicas e perder peso são as melhores formas de prevenir e ao mesmo tempo tratar o problema. É claro que dependendo dos seu diagnóstico e níveis de colesterol e açúcar no sangue pode ser necessário o uso de medicamentos, como os chamados "sensibilizadores de insulina", que ajudam a diminuir os níveis de glicose do sangue, ou remédios para reduzir o colesterol e controlar a pressão arterial.

Além de exercícios físicos e uma alimentação saudável (rica em vegetais e frutas e com menos álcool e itens com alto índice glicêmico e gorduras, sobretudo as trans), visitas periódicas ao médico, melhora no sono, tabagismo zero e mecanismos de redução do estresse (seja através de ioga, meditação, psicoterapia ou outros) são formas de combater a síndrome metabólica e obter uma melhor qualidade de vida.